O amor obriga a uma decisão,
enquanto eu ouço a balada da razão,
com a triste melodia,
que me traz este dia.
Douçe a hora em que te vejo,
amargo é o momento,
em que te largo.
A força de um raio de sol,
puxa por mim,
dói me ouvir esta musica,
que parece não ter fim.
Contigo quero resistir,
sem ti quero partir,
para o sem fim,
não me leves assim.
Um amor,
duas vidas,
será que há futuro?
Acreditas?
Em mim existe,
a esperança não morre,
enquanto luz no teu rosto brilhar,
eu e tu vamos ultrapassar.
No futuro serei um recordação,
depois uma neblina,
de tudo isto se fará amor,
e ao teu lado,
iremos suportar a dor.
Uma lágrima não posso ver cair,
o teu rosto vai resistir,
agora a calma invade nos,
até quando?
Não sei,
não quero saber,
mas até lá,´
deixem nos viver.
A.c
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
Ilusão
A vida passa,
o som que agora ouço,
fica passado,
porque continuo eu a ouvir?
Porque a vida não sorri,
Quando mais preciso.
És única,
sei que abandonar,
nunca me vais.
Escrevo estas palavras,
quando não estás,
porque ao pé de ti,
apenas te consigo olhar.
És a bênção que á tanto esperava,
tens o sorriso,
que por tanto ansiei,
tens o dom,
de me fazer feliz.
Trouxeste-me os sentimentos.
Sem ti não posso viver,
do longe se faz bem mais perto,
disse um dia alguém,
estas palavras,
eu tento seguir,
vou estar sempre ao teu lado,
para te ver sorrir,
mesmo que o tempo,
nos faça uma rasteira,
e a vida nos dê um empurrão.
És uma rosa,
sem espinhos,
uma princesa,
sem dragão.
Por ti tudo,
sem ti nada,
é assim que defino,
o meu amor por ti:
Sem fim.
A.c
o som que agora ouço,
fica passado,
porque continuo eu a ouvir?
Porque a vida não sorri,
Quando mais preciso.
És única,
sei que abandonar,
nunca me vais.
Escrevo estas palavras,
quando não estás,
porque ao pé de ti,
apenas te consigo olhar.
És a bênção que á tanto esperava,
tens o sorriso,
que por tanto ansiei,
tens o dom,
de me fazer feliz.
Trouxeste-me os sentimentos.
Sem ti não posso viver,
do longe se faz bem mais perto,
disse um dia alguém,
estas palavras,
eu tento seguir,
vou estar sempre ao teu lado,
para te ver sorrir,
mesmo que o tempo,
nos faça uma rasteira,
e a vida nos dê um empurrão.
És uma rosa,
sem espinhos,
uma princesa,
sem dragão.
Por ti tudo,
sem ti nada,
é assim que defino,
o meu amor por ti:
Sem fim.
A.c
Pequena parte de vida
És o amor,
que sonhei,
a Lua que procurei,
a vida que não vivi,
a felicidade que agarrei,
por contigo estar.
A.c
que sonhei,
a Lua que procurei,
a vida que não vivi,
a felicidade que agarrei,
por contigo estar.
A.c
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Fome
Grande monstro de papel,
Pintado por um pincel,
Num estômago vazio,
Tudo á volta num trio.
A realidade já não me afoga,
Pois a mim já não me molha,
O egoísmo humano
Mais tirano.
Roubas a alma,
Quanto mais magro ela esta,
Mais ganancioso,
Tu ficas!
Vais ser derrubado,
Os bolsos vão romper,
E o perdão ades querer,
Ai o grande monstro vai te atacar,
E assim vais acabar!
Dedicado a todas as crinças que passam fome diariamente no mundo, muito devido aos seus governantes.
A.c
Pintado por um pincel,
Num estômago vazio,
Tudo á volta num trio.
A realidade já não me afoga,
Pois a mim já não me molha,
O egoísmo humano
Mais tirano.
Roubas a alma,
Quanto mais magro ela esta,
Mais ganancioso,
Tu ficas!
Vais ser derrubado,
Os bolsos vão romper,
E o perdão ades querer,
Ai o grande monstro vai te atacar,
E assim vais acabar!
Dedicado a todas as crinças que passam fome diariamente no mundo, muito devido aos seus governantes.
A.c
sábado, 26 de junho de 2010
Saudade
É algo que nos doi,
algo que corroi,
nao por fora,
por dentro.
Lutamos contra a mare,
mas vamos,
acabar de pé.
Saudade,
a luta,
que nos traz a idade.
Guarda este poema,
no coração,
e nunca mais teraz saudade,
desde então.
A.c
algo que corroi,
nao por fora,
por dentro.
Lutamos contra a mare,
mas vamos,
acabar de pé.
Saudade,
a luta,
que nos traz a idade.
Guarda este poema,
no coração,
e nunca mais teraz saudade,
desde então.
A.c
quarta-feira, 5 de maio de 2010
A verdade da paixão
Neste triste pranto,
do fado que canto,
vida da vida,
que sem viver vivi,
dor que não sofri,
o olhar que nunca vi,
durante o amor,
que nao senti.
Lua!
Porque me fases chorar,
sobre a dor,
que não existe,
e assim apenas pergunto:
"Amor porque partiste?".
A.c
do fado que canto,
vida da vida,
que sem viver vivi,
dor que não sofri,
o olhar que nunca vi,
durante o amor,
que nao senti.
Lua!
Porque me fases chorar,
sobre a dor,
que não existe,
e assim apenas pergunto:
"Amor porque partiste?".
A.c
Brincando com a morte
De olhar melancolico,
de pernas esticadas,
de papo para o ar,
com a morte a brincar
Deste lhe um pontapé,
fizes te lhe uma rasteira,
deste cabo da matreira!
Se eu sou são pedro,
tu és são joão,
se eu não posso,
tu tambem não.
Se queres a morte,
mata me a mim,
tu não queres,
é um chato assim.
Se eu posso sofrer,
tu tambem,
vai para o diabo,
que está alem!
Dedicado a todos aqueles que tem força para escapar a morte.
A.c
de pernas esticadas,
de papo para o ar,
com a morte a brincar
Deste lhe um pontapé,
fizes te lhe uma rasteira,
deste cabo da matreira!
Se eu sou são pedro,
tu és são joão,
se eu não posso,
tu tambem não.
Se queres a morte,
mata me a mim,
tu não queres,
é um chato assim.
Se eu posso sofrer,
tu tambem,
vai para o diabo,
que está alem!
Dedicado a todos aqueles que tem força para escapar a morte.
A.c
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