sábado, 2 de outubro de 2010

Pequeno mundo

Tenho pena,
da solidão em vives,
no teu mundo,
sozinho e iguista.

Corróis me o coração,
de dor por ai te ver,
sinto pena,
por não te ter,
mas ter o amor,
que tu não sentes,
meu condor.

Gosto de te ver voar,
como se para mim fosse,
um dia gostava de ser como tu:
planar com o amor.

A.c

Fim do inverno

Porque foste embora,
porque de mim fugiste,
sopro de vento,
que me traz o alento,
de um dia cinzento.

Sol!
Que me queimas a alma,
que me deixas lento,
que contigo fico "mole".

Oh meu sol,
que és tu,
chuva, vento e muito sofrimento.

A.c

censura

Cala-me!
Manda me calar,
cala a minha voz,
cala o trinado,
que os rouxinóis emitem,
mas o meu olhar,
esse tu não podes calar.

Não me calas,
e nunca calaras,
por este caminho,
não tarda nada,
estarás la atraz!

Queimas me o coração,
com o teu olhar radiante,
queimas o coração,
deste pobre cavaleiro andante,
espero que sintas dor,
dor que já senti,
espero que sintas dor,
porque nunca te menti.

Fevereiro de 2010

A.c

Memoria

Passagens de de vida,
perdidas no tempo,
palavras ganhas num momento.

Recordaçaoes,
apenas um sentimento,
recordaçoes,
soltas ao sabor do vento,
todas estao guardadas,
no meio do tempo.

A.c

Tempo

O tempo é infinito,
nele querro viver,
o tempo é perito em fazer nos esquecer,
o passado do presente,
que ainda estou a viver,
dele sou crente,
para nao esquecer.

A.c

sábado, 25 de setembro de 2010

O verao

Há fogo na minha alma,
agua no meu coraçao,
sem ti,
tudo perde a razao.

Tudo parou naquele dia,
uma noite especial,
nada mais,
ficou mal.

Quero saber onde mora o tempo,
para o poder parar,
o meu coraçao eu vou fechar,
para a chave te dar,
deste momento nao quero sair,
amo-te,
vou te amar,
nunca te vou deixar.

Esta tarde de verao,
contigo vou sonhar,
o por do sol vamos ver,
e assim o tempo vai parar.

Nunca te disse o quanto te amo,
as palavras nao chegam,
apenas vejo o teu olhar,
que me desvenda,
e com esse olhar quero ficar.

A.c

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A balada do amor

O amor obriga a uma decisão,
enquanto eu ouço a balada da razão,
com a triste melodia,
que me traz este dia.

Douçe a hora em que te vejo,
amargo é o momento,
em que te largo.

A força de um raio de sol,
puxa por mim,
dói me ouvir esta musica,
que parece não ter fim.

Contigo quero resistir,
sem ti quero partir,
para o sem fim,
não me leves assim.

Um amor,
duas vidas,
será que há futuro?
Acreditas?

Em mim existe,
a esperança não morre,
enquanto luz no teu rosto brilhar,
eu e tu vamos ultrapassar.

No futuro serei um recordação,
depois uma neblina,
de tudo isto se fará amor,
e ao teu lado,
iremos suportar a dor.

Uma lágrima não posso ver cair,
o teu rosto vai resistir,
agora a calma invade nos,
até quando?

Não sei,
não quero saber,
mas até lá,´
deixem nos viver.

A.c