Conheçemo nos num dia,
em que se fez magia.
No ceio,
de conversas,historias e fantasia,
cresceu uma amizade.
Do longe dos montes,
te vejo saltitar para mim,
com um sorrizo.
Estou com olhar meigo,
pois apenas te quero comigo,
chamas me para eu ir até ti a correr,
vou sem pensar no futuro,
pois amor é jurar o hoje,
sem pensar no amanhã.
Cheguei a ti e sorri,
tu olhas-te-me,
e deixas te escorregar uma lagrima,
o meu mundo rodou,
pois estavas a chorar,
porque nada é iterno,
mas voltas te a sorrir.
Assim ficamos os dois,
na tarde em que o mundo parou,
pelo menos para mim e para ti.
Ac.
De um monte correste,
e o meu mundo invadiste,
uma flexa me espetas te,
e assim me agaras te,
amo-te!
Ao teu lado,
o meu mundo pára,
apenas gira a tua volta.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Uma amizade historica
Conhecemos nos num dia,
aparentemente normal,
no meio de conselhos ,
conversas e desabafos,
cresceu uma amizade.
Temos crescendo um com o outro,
nem a destancia nos afasta,
pois dia a dia,
mantemos a bençao que nos foi dada.
Numa chamada há magia,
pois uma palavra,
uma pequena cofidencia,
enchenos o dia de alegria.
Nuca te esqueço,
tambem te pesso,
não me esqueças.
Pois uma amizade,
um abraço,
um carinho,
são o caminho,
para o destino.
Dedicado a: Beatriz Coelho
Autor: Ac.
Data: 15-3-2010
aparentemente normal,
no meio de conselhos ,
conversas e desabafos,
cresceu uma amizade.
Temos crescendo um com o outro,
nem a destancia nos afasta,
pois dia a dia,
mantemos a bençao que nos foi dada.
Numa chamada há magia,
pois uma palavra,
uma pequena cofidencia,
enchenos o dia de alegria.
Nuca te esqueço,
tambem te pesso,
não me esqueças.
Pois uma amizade,
um abraço,
um carinho,
são o caminho,
para o destino.
Dedicado a: Beatriz Coelho
Autor: Ac.
Data: 15-3-2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Regreço de uma criança
Lá estava eu de novo como um pequena criança, naquele pequeno sofa, cor de laranja com um belo trabalhado na madeira.
A sala tinha aroma a canela, pois a minha mãe tinha estado a fazer arroz doce, e como ela questumava fazer pos lhe um bocadinho desta tão boa especearia.
Vi a provar aquela sua pequena maravilha fazendo uma expressão aprovadora, dirigindo se a mim. Apanhou me e fez me um ataque de cocegas, fazem do com que o meu ar sério, virá-se o ar de uma criança, alegre e bem desposta soltando uma gargalhada, sentia me tao fragil, tão indefeso mas com aquela senhora ali este sentimento mudara totalmente, eu sentia me protegido, como quando era criança.
Apenas quero ser criança de novo, adormeçer bem aconchegado nos braços da minha mãe, poder sonhar, saltar, rodar, correr, cair e ter sempre aquela tão doce protectora com um sorriso nos labios, para me acariciar a face da qual cai uma lagrima.
Obrigado por me porpucionares este momento de novo, pois quando reabri os olhos e voltei a mim era de novo uma criança envolto em teus braços a sorrir.
Dedicado á minha mãe porque as mães são o que mais importante temos no mundo.
A.c
A sala tinha aroma a canela, pois a minha mãe tinha estado a fazer arroz doce, e como ela questumava fazer pos lhe um bocadinho desta tão boa especearia.
Vi a provar aquela sua pequena maravilha fazendo uma expressão aprovadora, dirigindo se a mim. Apanhou me e fez me um ataque de cocegas, fazem do com que o meu ar sério, virá-se o ar de uma criança, alegre e bem desposta soltando uma gargalhada, sentia me tao fragil, tão indefeso mas com aquela senhora ali este sentimento mudara totalmente, eu sentia me protegido, como quando era criança.
Apenas quero ser criança de novo, adormeçer bem aconchegado nos braços da minha mãe, poder sonhar, saltar, rodar, correr, cair e ter sempre aquela tão doce protectora com um sorriso nos labios, para me acariciar a face da qual cai uma lagrima.
Obrigado por me porpucionares este momento de novo, pois quando reabri os olhos e voltei a mim era de novo uma criança envolto em teus braços a sorrir.
Dedicado á minha mãe porque as mães são o que mais importante temos no mundo.
A.c
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Estrada da vida
Quem sou eu,
porque caminho,
nesta estrada sozinho,
perguntou um dia alguem.
Estrada apenas monocromatica,
preto e branco,
assim eu vejo.
Neste caminho,
em tempos duas pessoas vi,
na tela de um quadro,
soltando se a mão,
separando o caminho,
deixando uma lagrima cair,
com carinho.
Agora sozinho caminho,
á muito a larguei,
nesta estrada sem fim,
que é a vida "enfim"...
A.c
porque caminho,
nesta estrada sozinho,
perguntou um dia alguem.
Estrada apenas monocromatica,
preto e branco,
assim eu vejo.
Neste caminho,
em tempos duas pessoas vi,
na tela de um quadro,
soltando se a mão,
separando o caminho,
deixando uma lagrima cair,
com carinho.
Agora sozinho caminho,
á muito a larguei,
nesta estrada sem fim,
que é a vida "enfim"...
A.c
Portugual
Eras um menino,
quando te atraiçoaram,
no meio de guerras,
odios e conquistas,
tu cresces te.
Cresces te tão rebelde,
e mal comportado,
até que veio aquele senhor,
grande ditador,
educou te e ensinou te.
Numa bela manhã,
tudo estava diferente,
acordas te com o som da revolta.
Cravos lançaram ao ar,
com tiros não rebentaram,
dando te a liberdade,
com que a anos sonharas.
Fizeram te promessas,
as grandes de Abril,
e depois tas tiraram,
com a pequena,
revisão constitucional,
do tamanho de portugal.
Agora és velhinho,
já não te podes defender,
estás sem dinheiro,
e nem casa tens para viver.
A.c
quando te atraiçoaram,
no meio de guerras,
odios e conquistas,
tu cresces te.
Cresces te tão rebelde,
e mal comportado,
até que veio aquele senhor,
grande ditador,
educou te e ensinou te.
Numa bela manhã,
tudo estava diferente,
acordas te com o som da revolta.
Cravos lançaram ao ar,
com tiros não rebentaram,
dando te a liberdade,
com que a anos sonharas.
Fizeram te promessas,
as grandes de Abril,
e depois tas tiraram,
com a pequena,
revisão constitucional,
do tamanho de portugal.
Agora és velhinho,
já não te podes defender,
estás sem dinheiro,
e nem casa tens para viver.
A.c
Conclusão
Passas te de um livro,
a uma pequena pagina,
agora para min és um biblioteca.
Cheia de historias,
contos e muita fantasia,
mas tambem fantastica,
imposivel de decifrar.
Teus olhos,
são lindas esmeraldas verdes,
teu cabelo,
um lindo malmequer amarelo,
em plena primavera.
Começo a gostar de ti,
meu pequeno misterio.
Neste momento,
faz tempo,
que te conhecia,
apenas pelas palavras,
agora vou mais longe,
e tento perceber esse teu olhar,
grande flor do mar.
És rara e preciosa,
quero te guardar,
no melhor cofre que tenho,
o meu coração.
A historia que imagino para nós,
nunca será possivel,
pois irá quebrar,
o inequebravel.
A.c
a uma pequena pagina,
agora para min és um biblioteca.
Cheia de historias,
contos e muita fantasia,
mas tambem fantastica,
imposivel de decifrar.
Teus olhos,
são lindas esmeraldas verdes,
teu cabelo,
um lindo malmequer amarelo,
em plena primavera.
Começo a gostar de ti,
meu pequeno misterio.
Neste momento,
faz tempo,
que te conhecia,
apenas pelas palavras,
agora vou mais longe,
e tento perceber esse teu olhar,
grande flor do mar.
És rara e preciosa,
quero te guardar,
no melhor cofre que tenho,
o meu coração.
A historia que imagino para nós,
nunca será possivel,
pois irá quebrar,
o inequebravel.
A.c
Traição doce
Chegou a era da mudança,
finalmente apareces te,
com tão grande facada,
me apunhalas te.
Roubas te meu coração,
e dele te apoderas te.
Passas dias, horas,
a tentar montar,
tão fragelizado puzzle.
Chamo te traidora,
chamas me doce,
apareces nos sonhos,
que tento não sonhar.
O escuro mostra me,
essa tua cara,
sempre a sorrir,
será que maquiavelicamente?
Olho e estás tu,
com teu sorriso de vidro,
acariciando meu pequeno coração.
Coração que se tornou de vidro,
que na tua mão está,
e que na tua mão pode partir.
Dor!
Em ti não atento,
beliscas me para te ver,
causas me uma dor,
quase que infinita,
que me obriga a deeitar um lagrima,
depois deste jogo,
aprocimas-te, abraças me,
e dizes o que quero ouvir: "Amote!"
A.c
finalmente apareces te,
com tão grande facada,
me apunhalas te.
Roubas te meu coração,
e dele te apoderas te.
Passas dias, horas,
a tentar montar,
tão fragelizado puzzle.
Chamo te traidora,
chamas me doce,
apareces nos sonhos,
que tento não sonhar.
O escuro mostra me,
essa tua cara,
sempre a sorrir,
será que maquiavelicamente?
Olho e estás tu,
com teu sorriso de vidro,
acariciando meu pequeno coração.
Coração que se tornou de vidro,
que na tua mão está,
e que na tua mão pode partir.
Dor!
Em ti não atento,
beliscas me para te ver,
causas me uma dor,
quase que infinita,
que me obriga a deeitar um lagrima,
depois deste jogo,
aprocimas-te, abraças me,
e dizes o que quero ouvir: "Amote!"
A.c
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