domingo, 27 de outubro de 2013

Para ti

Para ti escrevo,
sem palavras,
deste pobre,
papel tirar,
para ti escrevo,
por teu coração amar.

Teu cheiro,
é aroma de cetim,
cetim,
tudo o que és,
para mim.

vivo nos teus braços,
sem estar,
vivo nos teus braços,
ao lembrar,
sonho de coração,
meu amor,
és sonho de vida,
grande, bom, sincero,
amo te sem palavras,
te venero.

A.c

sábado, 13 de julho de 2013

Coração

Coração,
um coração que se voltou a erguer,
amar de novo,
levantar da imensidão,
da solidão,
em que morto morria,
de saudade de viver,
sentia.

Acordas te,
o que ah muito havia morrido,
com juras de eterna morte,
sem regresso,
ao sentir amor,
onde nunca teve sorte.


Medos?
de voltar a sozinho ficar,
já uma vez perdi,
não por não lutar,
mas por esse alguém não me asseitar.

A vida deu me a nova oportunidade,
tu meu sol incandescente,
tu a minha estrela ardente,
guia também,
roubas te meu pobre coração,
agora dele terás de cuidar,
roubas te o meu coração,
que juras te amar.

Agora te digo,
amo te como nunca,
ou será como,
sempre?
digo e repito,
amo te minha estrela ardente.

A.c

domingo, 9 de junho de 2013

o baile do luar

Na noite,
no luar de,
perfeição,
vieste tu,
quem?
Eu não sei,
mas o teu rosto nao esquecerei,
aquele pequeno beijo,
que reticente te roubei,
foi pequeno,
para o que te cria dar.

Deixas te me louco,
sem nada fazeres,
e de magia em três anos,
o meu coração voltas te a encher,
uma noite abençoada,
que nao quero esquecer,
mas a cima de tudo,
nao me quero iludir,
nem te perder.

Para ti tonta

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Amar é cuidar e não perder para depois sentir o teu poder

Na devastação,
vivo eu,
sem que,
seja qualquer padrão.

Encorpado meu sentimento,
rasurado meu coraçao,
porque tu não ficás te?
em vez de te ires então,
eras a alma,
e toda a vida,
que em mim vivia.

Agora alem de intocavel,
és um sonho,
que me faz ter um sorrizo,
de pensar como seria,
se estivesse contigo.

Desse teu abraço,
tão forte e letal,
tenho mil anos de saudade,
e desse teu beijo,
queria morrer nele,
agora apenas posso sonhar,
porque ja não posso,
cuabiotar com ele.

Na tua memoria,
nem uma recordação,
em mim o morrer do coração.

A.c

(Dedico este poema a alguem, que a dois anos desperdicei e hoje amo como no primeiro dia, e nem na cara me olha se calhar com razão, jurei proteger e nao protegi, jurei amar e nao amei,jurei cuidar e nao cuidei. Era um puto mimado e eguista. hoje sei como perdi e ao olhar para traz apenas DESCULPA pesso, pois o tempo nao anda ao contrario para inverter certas situaçoes.
Agora como castigo vivo com a saudade e com a indiferença e odio no teu olhar quando por ti passo. MEREÇO! mas AMO TE como no primeiro dia e recordo te como a altura mais feliz da minha vida.Sabaes quem és.)

Assim depois da dedicatoria e pela primeira vez levanto a cabeça e assino o meu verdadeiro nome.

Nuno Henrique Machado Rebêlo.

Esperança

todos animais somos,
apenas alguns tem medo,
da sua consequencia,
consciencia!

o que faz de si bons,
ou cobardes,
pois todo o ser humano,
na sua insencia é mau,
bons e maus?

apenas cobardia,
sou mau?
sou bom?
sou aquilo que sonhar,
pois sempre que alguem sonha,
abre mais uma janela em si,
para ser explorada.

Sou mau mas sofro,
tento seguir,
o meu coraçao,
embora esteja sempre contra,
a razao.

penso logo existo,
existirei mesmo?
nao sei,
entao sou guiado,
pela "desrazao".

o que me leva a ter esperança,
de a minha "desrazao",
ser o caminho para o coraçao.

A.c

Feliz ano de 2013 a todos!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Tentação

Penso em ti,
fujo,
a saudade ou ilusão?

Será que há alguma coisa?
apenas me prendi a ti,
sem duas vezes pensar,
penso não te quero ouvir mais,
mas acabo por cair na tentação.

Sei és um erro,
és a bruxa ou a dona,
do meu coração?

Acordo de um a directa,
e continuas aqui.
Desculpa és a ilusão que me faz querer te mais,
fecho te a porta,
mas tu deixas a tuas sempre entre abertas.

A única palavra que te digo: gosto de ti!

A.c

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Chamam lhe curte?

Porque tudo vai,
tudo vem,
a felicidade puro plástico,
o amor?
mera chama que arde,
sem que se dê por ela.

Numa noite,
tudo começa,
tudo acaba.

Numa noite,
apenas nessa noite,
a chama acende,
e de seguida apaga,
como se fosse um fantasma.

Afinal o que é o ser humano?
Nessesita de amar,
nem que seja por uma só noite,
puro animal,
com sede de corpo,
de calor.

O gosto por um corpo,
quente, suado,
enrolado numa cama,
é a nessesidade suprema,
do ser que julga governar o mundo.

Afinal o que é amar?
Uma noite?
Um ano?
Para sempre?
Contigo?
Consigo?
Sem tigo?
Sem sigo?

Amo, amo, amo, amo, amo,
Amo a vida!!!

A.c

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Lágrimas (desabafos de um anjo)

Ainda sinto a tua presença,
memorias entram e saem da minha cabeça,
ameaçando explodir me,
a mente.

Cada dia,
cada tortura ainda maior,
cada silencio,
a tua voz chama por mim.

Quando na rua vou,
pela tua mão procuro,
um vazio apodera se,
de mim,
a sol deixou de brilhar,
a esperança ah muito morreu.

Como vou viver sem ti?

um dia disses-te:
"enquanto os teus olhos,
conseguirem olhar,
o meu sorriso,
vai te sempre acompanhar".

Quero vê lo,
todas as noites,
contigo sonho,
a toda a hora oiço,
a tua voz,
o peito aperta,
todos os dias,
um pouco mais de saudade.

Dei te a minha vida,
eu não merecia tanto sofrer,
apenas porque não te consigo esquecer.

Será que algum dia serei capaz?
Não, nunca mas terei de viver com isso.

Eras perfeita,
apenas assim eu te via,
ninguém é de ninguém,
assim eu te deixei livre,
e tu fugiste me,
entre os dedos,
e eu nem sequer vi.

Queria ter te aqui,
ter o teu abraço,
ouvir dizer:
"vai tudo correr bem lindo,
eu estou aqui",
ver aquele sorriso,
gritar o que sinto,
ao mundo.

Apenas queria reviver tudo,
ter te aqui,
ou melhor queria desnascer,
para nunca viver tudo,
não sofrer.

Afinal esqueceste tudo,
sinto falta das tuas brincadeiras,
sinto falta do teu sorriso,
sinto falta do teu carinho,
sinto falta do teu olhar,
sinto a tua falta!

(cronicas da devastação, desabafos de um anjo)

A.c

(O texto que pôs todos o que o ouviram a chorar, dai o titulo)

A pensar em...

Fado!
que fado é este que canto?
que cantas para mim,
sem ter fim?

Triste sina nos aguarda,
triste vivência eu vivi,
que fado é este,
que canto assim.

Um sorriso,
porque por ti espero,
um sorriso,
apenas o que quero.

Um beijo do tempo que passou,
apenas um beijo,
de quem amou.

Tu és sol,
tu és lua,
tu és dia,
tu és noite,
um incompleto,
um indiferente,
a verdade,
nunca mente.

A.c

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Reflexão

Quanto mais perto de mim estou,
menos sei o que sou,
procuro me,
dia e noite,
procuro te,
dia após dia.

Não me encontro,
Onde estamos nós?

Sei quem sou,
sem o saber,
apenas vejo,
e o meu ver,
não é aquilo em que acredito,
quando na solidão estou,
tenho a verdade de mim,
apenas sei que a verdade,
é quando nada sou,
passei pela vida,
apenas por passar,
amei,
julgo ter sido amado,
mas agora a única coisa,
que sei amar,
é a caneta e o papel.

Sou feliz,
vivendo a infelicidade,
que me é oferecida,
dentro de um embrulho colorido,
com um grande laço vermelho,
pelos que amo.

Sinto estar decadente,
sentir o que não sinto,
já é a minha vitoria.

Entre o dia em que nasci,
e aquele em que irei morrer,
todo esse meio,
não foram senão dias.

Os meus feitos,
bons ou maus,
lá no meio estarão,
e as palavras,
para o tempo perdido ficarão.

Quando sinto a chuva na cara,
e olho um relâmpago no céu,
tenho a certeza,
isso sim é a minha verdade,
porque o que ouço,
apenas complementa,
o que vejo e sinto.

A.c

Regresso do inverno

O inverno e o vazio regressaram,
a minha vida,
de novo parou.

As folhas voltaram a cair,
tu voltas te a ir para...
Não sei onde.

Naquela noite tudo parou,
agora tudo voltou.

A tempestade instalou se,
a dor regressou,
o vazio voltou,
e assim eu estou.

Um capitulo encerramos,
das promessas do eterno,
regressamos.

A solidão não é má,
quando consigo de novo,
observar a solitária lua.

Aquela paisagem foi-se,
mas a lua que alta está,
continua aqui.

A.c

Triste alma

Onde se põem o sol,
naquele monte,
no horizonte,
eu salto e não chego.

Quando gélido o fogo fica,
e me aquece a alma,
nasce o que sou,
dentro do ser,
do que já foi,
e não é.
Vive a vida,
vive a morte,
vive apenas,
a pouca sorte.

Momento

Memoria,
é o momento,
que temos recordado no tempo.

É a vida,
num sopro,
é a mudança,
no rosto.

É tudo o que perdemos,
é o momento,
que no beijo ganhamos,
é tudo aquilo que vivemos,
é tudo aquilo que sonhamos.

É a memoria do passado,
aquele que fui,sou e serei,
é a vida que não vi,
é o tempo que não parei.

A.c

Não sei...

Já não sei,
o que é poesia,
já não sei,
que é escrever,
já não sei,
o que sou,
já não sei,
no que querer.

Todos os dias caio,
todos os dias me tento levantar,
já não sei se vou,
ou se quero ficar.

Dia após dia,
sinto um não sentir,
dia após dia,
eu tento sorrir.


Sem demora eu lutei,
sem pedir eu perdi,
onde está o que sou?
Onde está o que fiz!?

Um pais,
uma vitoria,
tudo isto,
sempre fica na memoria.

A.c

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Vida, Pergunta, Ser, Amar

Um dia disseram: "se penso logo existo", mas de que me serve pensar quando o sol se apaga e a lua de mim foge. De que serve ser eu se já não o sou? Se te levas te a ti e a minha alma foi contigo.
À muito foste para longe, o passado agora para mim é uma eternidade, sendo o presente que quero viver , ainda recordo o teu rosto, ainda sinto o teu aroma sobre o meu corpo espalhado, todos os dias sinto a tua pele como cetim a tocar me, e a grande faca que no coração me espetas te!
Para quê tantas promessas se não eram para cumprir, porque sonhamos se agora fomos cair, tudo porque quisemos o mundo, mas este não nos quis a nós, e tu e eu e nós demasiado fracos para este enfrentar, é Tao fácil a rendição, levantar uma bandeira branca e gritar: "-Rendemos nos nossa pátria que foram vocês que nos criaram e tornaram, sofro por vós, mas vós me destes a vida!"
Hoje quando falo alguém me diz sempre: "-O meu problema é pior que o teu e tu ainda te queixas?"
O problema dos outros apenas é pior porque é deles, e o meu? Claro que o meu que é meu é maior que os dos outros, mas se fosse deles seria maior do que sendo meu, então tudo é um problema.Não existem problemas grandes ou pequenos, os nossos problemas são sempre grandes porque são nossos! Porque devo eu de comparar um problema se aqueles que são nossos são sempre os maiores.
Será que algum dia vais voltar?
Não sei, não sei se quero o teu regresso ou se prefiro o sofrimento que me causa a morte interior, este dói mas eu conheço-o desde sempre, e tu? Quem és ,quem eras, quem foste? Se calhar sempre foste assim, ou então vendes te a alma ao diabo que contigo coabita, espero o teu regresso nem que seja apenas para uma explicação que julgo merecer ter, espero o teu regresso para a tua pele e o teu beijo voltar a sentir.
Não quero, não quero nada, quero tudo, quero o tudo do nada ou o nada do tudo, quero viver, quero te adorar, quero te abraçar, quero te amar, não quero sofrer, só quero viver! porquê fazer se não o vais ver, porquê lutar se já não vais amar, porquê tudo?! Porquê nada!?

sábado, 2 de outubro de 2010

A paixão e o amor

Procuro a tua verdade,
na acto de uma palavra,
vinda do fundo do coraçao.

Quando te vejo,
os nossos olhos unem se,
como o polo norte,
e o sul de um pequeno iman.

Tento dizer "ola",
tentas sorrir,
mas temos a oposiçao dos polos.

Finalmente digo um tenue "ola",
tu mandas,
o teu mais leve sorrizo.

Sinto te como se de mim saisses,
ves me como um pedaço de coraçao,
perdido por alguem.

Peço para recomeçar mos,
a vida que nos foi tirada,
por um mundo,
ilusionista que nos engana,
e mente.

Porque somos,
o que o mundo precisa para viver,
eu chamo me amor,
e tu paixao.

A.c

Estrela guia

A noite estava escura,
teimava em ficar,
fui a janela,
comecei a olhar,
as estrelas o ceu e o mar,
logo os ouvi falar.

Chamei e gritei por ti,
estragas te o meu mundo,
vazas te o meu mar,
apenas por eu te amar.

Doce estrela guia,
um dia prometeste,
do ceu nao sair,
fizesse eu o que fizesse!

Estou na ilusao,
de ainda te encontrar,
apenas quero morrer,
para sem ti nao ficar.

E na noite do dia,
em que sem alegria,
dormia, dormia,
sonhava e via,
onde jaz a noite,
onde vive o dia,
onde morre,
a minha estrela guia.

A.c

Uma tarde de criança

O jardim cheirava a flores primaveris, eram roxas, amarelas, azuis,
todas as cores tinha eu naquele jardim.
Lá no meio havia um menino, inocente e ingénuo, era eu, a brincar com aquelas flores.
Eu tinha um chapéu vermelho na cabeça, uma t-shirt azul com um lindo ursinho na frente, as calças eram de ganga azuis, e os sapatinhos castanhos.
Tinha um lindo cão de agua,
sempre preso pois eu temia o, o portão era verde, com um grande buraco na parte de baixo por causa da velhice, nunca mais me vou esquecer do cantar dos pássaros melhor que alguma melodia composta no mundo mas em especial de um: o do meu rouxinol.
Eram quatro da tarde e eu continuava a "jardinar" ate que um voz chamou por mim:
-"Nuninho o que queres lançar?"- era a minha avó, e a sua voz de comando para o lanche, sempre toda preocupada com o que eu comia, mas como sempre deixei me estar onde estava e apenas gritei:
-"Pode ser o questume, batido de morango"- e lá ia ela satisfeita com a resposta, eu tinha seis anos e ainda hoje me lembro. Passado dez minutos lá vinha ela com o batido num copo alto, sempre com uma palhinha vermelha com uma risca amarela, aquela doce maravilha tinha um tom avermelhado.
Bebia o com muita satisfação, depois vinha a hora dos desenhos animados.
Hoje as saudades destes tempos são enormes, pois tudo mudou.

A.c

Final das ferias

Uma terra de magia,
duas vidas de alegria,
este amor guardo para mim,
as frazes que gritrei,
para ti ficaram,
um amor semeamos,
e tudo isto guardamos.

Ja se foi este verao,
que juntos juntos passamos,
na terra do sonho,
do norte regressamos.

Dias de euforia,
que ao teu lado passei,
estes nao regresao,
isso eu sei.

Havemos de fazer melhor,
em nos eu acredito,
contigo no meu coraçao,
continuo a viver,
sei que sem ti,
nao ha razao para crer,
o proximo dia.

Ja construimos,
continuamos a construir,
esta crise,
vai fazer nos sorrir.

Chegou o Outono,
e com ele a tristeza do ano,
mas ate ela regressa,
como nos a terra do sonho,
para o ano la estamos.

Até la,
vamos sonhar,
e cantar a melodia do amor.

A.c

Lindo bailarico á portuguesa

Que lindo baile que hoje bailamos.
Dão nos baile a toda a hora, bailamos ao som deles, saltamos e pulamos.
Que pena é não lhes cairmos em cima!
Já nem foclor podemos bailar, agora só baile politico!
Todos os dias os vemos com as nossas vidas nas mãos e a gozar com a nossa cara naquele parlamento que mais parece um estádio de luta livre no qual o Zé Povinho é a arma de ar remeço.
Há 36 anos que saiu a nossa nação de cravo na mão á rua,pois já estava farta de bailar, e agora?
Já não nos doem os pés?
As bolhas?
Onde estão elas agora?
Hoje acabei de ver o nosso querido primeiro ministro a bailar ao som da própria musica, coitadinho, eu aqui a criticar, mas o pobrezinho saio a um domingo de manha bem cedinho para tirar um curso superior, mas que coitadinho!
Vai abaixo! A todos os cidadãos mexam se, unam se, contribuam para acabar com esta ditadura mascarada que vivemos, esta pouca vergonha!
Chega!
Enlouquece quem quiseres mas não a nação!

A.c